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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Justificativas Domingo - J3 - Pedro Ivo Velozo

Décimo Concurso Brasileiro de Enredos
Justificativas – Pedro Ivo Velozo
Enredo: Iemanjá
Título: 9,7
Um enredo sobre orixá precisa de algo mais que seu nome no título.
Impressão Visual: 9,0
Enredo incompleto, texto precisa de revisão.
Introdução: 9,1
Texto muito vago, não apresenta adequadamente o enredo (Considerei introdução as duas primeiras frases do texto).
Sinopse: 9,2
Apresentado em versos, é um texto de louvor a Iemanjá sem muitas informações sobre  ela e não indica claramente como será desenvolvido o enredo.
Roteiro: 7,0  (Não apresenta)
Exploração Temática: 7,0 (Não apresenta)
Conjunto Artístico: 7,0
O autor não apresentou um enredo, apenas um poema.
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Enredo: Sou Frida na vida e não me calo – Para que pés se tenho asas para voar?
Título: 10,0
Impressão Visual: 10,0
Introdução: 10,0
Sinopse: 10,0
Roteiro: 9,7
Os dois primeiros setores são belíssimos e exploram com bom gosto, criatividade e competência a estética e o uso singular das cores da cultura mexicana e da obra de Frida. No terceiro, Frida é adjetivo e a passagem para essa segunda parte do enredo é equilibrada e de fácil leitura e as sugestões de fantasias e alegorias são adequadas, mas é um setor visualmente mais fraco que os anteriores (-0,1). No quarto setor, isso se acentua e a ala 14 é uma tolice e descabida. Destacar a liberdade de vestir o que se quer citando blogueiras de moda? O movimento hippie, na década de 60 do século passado fez muito mais em termos de revolução do vestuário (-0,1). Do mesmo modo, julgo um erro representar o “poder feminino” com a marcha das vadias (-0,1).
Exploração Temática: 10,0
Conjunto Artístico: 9,8
A nota é resultado da comparação com outros enredos.
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Enredo: Após 4 anos, estou de volta no carnaval, prazer 29 de fevereiro
Título: 10,0
Impressão Visual: 9,9
Imagens que não acrescentam nada, de tamanhos diferentes; mistura de foto e desenho, as cores, e a fonte utilizada formam um conjunto não muito harmonioso.
Introdução: 9,9
O texto precisa de revisão.
Sinopse: 9,8
O texto é curioso, mas precisaria ser mais informativo em relação aos vários calendários já adotados. Cita o Calendário Juliano e o Gregoriano mas não diz  o que representam nessa história ( e isso é fundamental). Poderia ter investido mais nessa viagem do homem para marcar o tempo. Há uma porção de curiosidades sobre a data, mas meio jogadas, fora de um contexto. Cita apenas uma personagem da História nascida nesse dia e os santos irlandeses sem explicar que autoridade tinha São Patrício. Há lacunas, mas os elementos apresentados podem resultar em um enredo divertido. O texto precisa de revisão: entre outros problemas, há o uso de letras minúsculas iniciando períodos e uma confusão entre mas e mais.
Roteiro: 9,4
CF: Confusa. Pode ser bonita e interessante, mas a leitura é difícil.
AA – “Galáxia do samba”. Muito pouco criativo e muito óbvio. Aproveitou muito mal esse momento do desfile, salvo pela onça com capacete de astronauta (-0,1).
Setor 2: Falta descrição das alas 4,5,6 e 7. Como carnavalizar “28 ou primeiro”, “Dirigir ainda não”? A descrição do segundo carro não tem nada de belo (-0,2).
Setor 4: Parabéns pelas belas baianas. As alas e alegoria deste setor têm apenas  trechos da sinopse como descrição. Fica difícil visualizar o desfile (-0,1).
Setor 5: Repete-se neste o problema do setor anterior. O último carro com um enorme Rei Momo, Arlequins e Colombinas é convencional, já visto inúmeras vezes e não causa qualquer impacto. Não destaca a Escola, não engrandece o desfile (-0,2).
Exploração Temática: 9,7
Muitas das observações nos quesitos anteriores já se referem à exploração do tema. Creio que faltou explorar melhor os aspectos históricos e o humor quando tratou de curiosidades relacionadas à data.
Conjunto Artístico: 9,6
Fica difícil visualizar o desfile, quando o roteiro apresenta apenas trechos da sinopse divididos em alas e alegorias e isso ocorreu em quase toda a proposta. Alguns momentos do desfile poderiam ter apresentado soluções que o valorizassem, mas ficaram abstratos.
A nota resulta também da comparação com outros enredos.
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Enredo: Um novo olhar sobre uma África totalmente diferente
Título: 9,8
O título é redundante. Bastaria “Um novo olhar sobre a África” ou “Uma África totalmente diferente” e é inadequado, pois o enredo apresenta a África “de sempre”.
Impressão Visual: 9,4
Enredo incompleto, mas visualmente limpo. O texto apresenta algumas incoerências e precisa de revisão gramatical.
Introdução: 9,2
 Considerei para julgamento os parágrafos iniciais da sinopse, evitando descontos maiores. O enredo apresentado no texto não se concretiza no desenvolvimento do trabalho. Apresenta-se apenas parte dele, às vezes parecendo até outro.
Sinopse: 9,4
No texto há uma frase que o define: “Neste enredo fazemos um vai e vem” e da maneira como foi escrito, essas idas e vindas o deixaram confuso. Percebe-se, entretanto a visão interessante de enredo do autor: apresentar os contrastes do continente.  Uma África bela e rica em petróleo, diamantes e ouro, mas com um povo pobre e oprimido por ditadores gananciosos; um povo sofredor, mas que encontra força e alegria na cultura e religião que seriam suas verdadeiras riquezas. Uma exaltação aos africanos que resistem “à dura vida com alegria e religiosidade”. Boa  ideia, mas apresentada de forma confusa em um texto que precisa de revisão.
Roteiro: 8,0
O autor apresenta apenas uma lista de alas e alegorias, sem maiores detalhes e coloca curiosamente as alegorias abrindo os setores o que não é, necessariamente, um erro, mas fica estranho. O Setor 1é um equívoco no enredo pois não faz sentido apresentar “escravidão”, “Novas terras” e “Mistura de Culturas” se o “novo olhar” parece ser sobre a África contemporânea. Os demais setores apresentam alas com títulos que sugerem os diversos subtemas abordados na sinopse (exceto as alas 15 e 16), mas não seguem a sequência em que foram apresentados nela. Faltou a Ala de Baianas, Bateria, Velha Guarda e Passistas.
Exploração Temática: 9,0
É difícil criar um enredo inédito sobre um tema já apresentado centenas de vezes por diversas escolas. Um imenso continente, com dezenas de países, povos, culturas e Histórias milenares é uma fonte inesgotável de temas a serem explorados pelas artes, mas julgo que por tratar a África como uma unidade este e outros enredos tropeçam e acabam sendo repetitivos. Se o autor tivesse explicado como abordaria os diversos subtemas que os títulos das alas e alegorias sugerem, talvez pudéssemos perceber o “novo olhar”, mas da forma como apresenta, parece igual a muitos.
Conjunto Artístico: 9,0
Comentários dos quesitos anteriores e a comparação com outros enredos da competição explicam a nota deste.
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Enredo: O Império da Formiga vem Plantar e Colher a Vida
Título: 10,0
Impressão Visual: 9,8
O texto sem muita conexão e com excesso de erros gramaticais torna a leitura cansativa e desagradável, às vezes incoerente.
Introdução: 9,8
O texto sem coesão ou coerência e com frases incompletas não cumpre sua função.
Sinopse: 9,5
O texto pretende apresentar o enredo dividido em “capítulos”, mas é, no geral, uma sequência de pequenos textos sem qualquer ligação. Assim temos no início o surgimento do homem segundo alguma mitologia, os povos primitivos, os protetores desses povos, a agricultura indígena e em seguida uma sucessão de santos católicos, xaxado e quadrilha, soja... depois dos agrotóxicos aparece a escravidão,voltam os santos, volta a agricultura, a cidade de Sorriso(!)...É uma sequência de quadros desconexos. Parece uma colagem de vários enredos já vistos sobre agricultura com textos repletos de lamentáveis erros gramaticais.
Roteiro: 8,5
CF : “O nascer da vida, o bale de Nanã” (bale?) ...” um berço com um robô de uma bebê negra que representa Nanã” (?). São três atos na dramatização da CF, mas só 2 para os jurados. Uma confusão.(-0,1) Nossa comissão de frente que será responsável claramente por abrir o nosso desfile”.
Abre-alas: “Ante do carro vai vim acoplado ao carro 4 elementos alegóricos, cada um com 10m de comprimento e 5m de altura.  “Atrás vão ter” 2 cachorros com 10m de comprimento e 5 de altura. Aí vem um gigantesco lamaçal, com 2 esculturas de orixás e 40 componentes humanos “melados de lama”. No 2º chassi, 100 esculturas (!) de barro, mais 4 esculturas laterais com 10m de altura, uma no centro com 15m e 40 componentes “melados de lama”... É tão absurdo e previsível, que descontado o gigantismo (desnecessário) não sobra nada. Ou quase nada (-0,1).
1º Casal – Representará “dois orixás mais velhos conhecidos como vovó e vovô . O casal só apresenta o bailado tradicional diante dos jurados e depois se junta aos guardiões em uma dança afro.  Não dá para conceber  um desfile  em que o 1º Casal só se apresente diante das cabinas de jurados! (-0,1)
Ala 2: Cem mulheres negras representando Nanã “com os seios de fora para representar o lado sexual da orixá”(grifo meu). O autor não entendeu o que representa o orixá, destaca o “lado sexual” de Nanã e parece interpretar de foma errada “seios de fora” em culturas ancestrais (-0,1).
Setor 2:   Nosso segundo setor irá retratar os verdadeiros donos da terra que são os povos nativos que viviam na região, aonde atualmente e plantando uma infinidade de plantações que formam a agricultura”. O quê?
Ala 3: Tupis e Guaranis “ ... conhecidos por serem povos muito violentos” Qual a fonte?
Ala 4: Devoção a Tupã – “Tupã é considerado o maior ser místico na mitologia indígena, sempre representado com uma posse sensual.” Representado assim? Onde? Completando o texto, apresenta a imagem de uma mulher sobre uma lua crescente!(-0,1)
Ala das Baianas com o 2º Casal  no meio.  Um casal de MS e PB na Ala das Baianas?(0,1)
Ala 5: Bonita, muito interessante e criativa, mas sem muito nexo no enredo.
Ala 6: Fauna das matas -  A fantasia vai vim representando alguns animais que vivem nessa região aonde atualmente são muito usados para a agricultura. E a ala apresenta apenas aves e serpentes (gigantescas). Não sei estes animais são usadas na agricultura.
2º Carro: A força que vem das matas – É banal e previsível, tem “duas canoas de três metros de comprimento” e “dentro dela dois índios com seis metros de altura” (proporção?) além de onças de oito metros de altura (proporção?).
Setor 3
Bateria – Abre o setor, vestida de São João com roupa “muito simples” para “ajudar a evolução deles” e “não atrapalhar a batucada”. E segue: “Eles vão vim com um manto de pele de ovelha e as suas costas um bezerro”. Complicado. (-0,1)
Em seguida alas com Santo Antônio, São Pedro, uma ala de xaxado e uma de quadrilha.
Ala 11: São Jorge “... e nos seus pés de vez de estar botas estar uma largata (lagarta!) em cada pé...  São Jorge estão esmagando elas”.
  Carro: Uma palhoça de 10m de altura onde um grupo dança xaxado, outro dança uma quadrilha junina, mais uma escultura  de São Jorge (com o dragão !), Santo Antônio, São João e São Pedro e 10 componentes vestidos de anjo “voando entre os quatros santos”. Já há uma ala para cada santo, uma de xaxado, outra de quadrilha. As únicas novidades da alegoria são os impossíveis dez componentes voando e o dragão. (-0,1)
Setor 4 : Plantações
Ala 12: Soja -   “ Nessa ala vamos fazer uma critica social, pois a soja a cada dia que passa vem ficando mais cara a cada dia”. O resto do texto só explica a fantasia da ala: saia de “arsetado” representando a soja, espartilho com espelhos e luzes de led. Não vi a crítica social e não vejo razão para que apareça aqui. Este não é um enredo crítico. É um enredo sobre agricultura abordada de forma idealista e romântica. A soja custar caro não é um problema. É uma vantagem para o agricultor que este enredo homenageia e celebra. Jogar a expressão “crítica social” neste enredo porque parece politicamente correto é pedantismo. Se pretendefazer crítica social abordando este tema, faça um enredo sobre as relações de produção no campo, problemas ambientais provocados pelo agronegócio ou pela monocultura... ...
A “crítica” não foi feita. A soja aparece em fantasia luxuosa. Fazer a crítica aqui – e somente aqui – seria um erro; criticar o preço seria outro e dizer que fará a crítica e não fazê-lo é um terceiro erro.
4º Carro: Na frente, 3 plantações: milho, soja e arroz; atrás, banana e café. No centro, uma escultura de 10m de altura de um agricultor, várias de espantalhos. Tudo novamente? Na mesma ordem? Do mesmo jeito?(-0,1)
Ala 20: Queimadas. Texto: “as queimadas vai”-(as queimadas vão), “ Eles vai soltar” – ( eles vão soltar) Esses erros óbvios de concordância  se repetem e demonstram descaso.
2ª ala de Baianas: Joaninha “sempre responsável por ajudar as plantações”. Se a joaninha ajuda a agricultura, por que está no setor “Pragas e Poluição”?(-0,1)
Setor 6: Tecnologias no Campo A primeira alegoria vai ser um nagio aonde vai representar a vinda dos escravos e dos imigrantes que vinheram para o Brasil”. O corretor ortográfico do Word indica os erros. Não entendi um navio com escravos e imigrantes neste setor de tecnologias. Ecravidão não é tecnologia. (-0,1).
6º Carro: Uma caravela. Os componentes são imigrantes e escravos. “Os escravos vaim na parte de trás do barco e nas laterais do carro, com uma posição que parece que eles estão sendo jogados. Os imigrantes vão vim na frente do carro dançando e festejando muito também”. Os escravos estão sendo jogados no mar? Não eram “mercadoria” que os negreiros traziam para vender caro no Brasil?(-0,1)
Os imigrantes estão “festejando muito também”? Quem mais? Escravos no navio negreiro?
Ala 26:  Apresenta “esquimós dançando as danças típicas da Noruega”.Espantoso(-0,1).
Ala 27: Cofre do fim do mundo – “Toda a ala será um cofre... Dentro do cofre teremos várias sementes”. Toda a ala será um cofre com sementes dentro?  Como propõe isso?! (-0,1)
Setor 7:  “O setor... é aquele que mais vai emocionar, ele vai ser com a maioria das alas especiais sendo formada por elas”. A maioria das alas especiais será formada por elas?
Ala 28: Volta a agricultura: feijão, Ala 30: Volta a religião : Nossa Senhora e São José.
Tripé com 50m de comprimento, soltando fogos de artifício e para “proteger a evolução da escola”, um tanque “com mais de dez mil litros de água”. O tripé poderia ser tão bonito (se fosse admissível) que não desconto nada pelo absurdo.
7º Carro: Quatro apoios, cada um com uma escultura de anjo de 5m de altura (novamente), uma plantação de feijão (novamente), três esculturas de agricultor (novamente), a coroa da agremiação feita de milho (já vimos isso?) e um galo com 15m de altura (novamente) (0,1).

Exploração Temática: 9,0
 Considero que os comentários em outros quesitos justificam os descontos nesta nota.

Conjunto Artístico: 9,3
O autor é criativo, tem boas ideias para fantasias e preocupa-se visivelmente com a apresentação gráfica do enredo, mas se perde pelo descaso com o texto e na montagem do roteiro, dando a impressão que durante o processo criativo vai jogando as ideias em qualquer lugar (e de qualquer jeito)  à medida que vão surgindo e perde a visão  geral do trabalho. Quanto às alegorias, embora às vezes apresentem belas soluções, no geral são previsíveis e chamam a atenção apenas pelo gigantismo, sem demonstrar esmero em sua concepção.
Considero que parte do problema deve-se ao fato de apresentar releituras e isso se evidencia neste caso.
A nota é resultado dos aspectos já analisados e da comparação com outros enredos.


      Roteiro: Alô, Alô Terezinha! É um barato a Adele de chacrete no Cassino do Chacrinha...   Graças a Deus!
Título: 10,0
Impressão Visual: 10,0
Introdução: 10,0
Sinopse: 9,9
O diálogo foi bem escrito, mas poderia ser mai curto, menos repetitivo.
Roteiro: 9,3
A CF é divertida e adequada ao enredo. Estranho o AA fechando o 2º setor e apresentando novamente travestis “fantasiadas de Adele”. Num desfile tão curto, com apenas 9 alas, parece-me uma falha(-0,2).
A Ala das Baianas tem a medida certa do humor, principalmente pela cachaça, mas a fantasia  é confusa (-o,1).As alas de sertanejos no 3º setor e a de Carmem Miranda são criativas e bonitas. A fantasia da Bateria é fraca, mas não dava para esquecer “Alô torcida do Flamengo”.
O carro 2 é o melhor do desfile. Um espetáculo – sem perder o tom do enredo. Parabéns.
O 4º setor apresenta a hilariante ala da “galinha rica”, mas a ala “Big fone” é muito previsível e a “Zilu sumiu” é sem graça e de leitura difícil (-0,2).
O último carro é “fechativo” e encerra o setor em grande estilo, mas a Velha Guarda poderia vir em outro lugar deste desfile e não atrás até porque faz referência à música  (-o,1).

Exploração temática: 9,6
Com um tema aparentemente absurdo, a autora faz milagre e consegue apresentar um desfile interessante e com momentos divertidíssimos. Parabéns! Considero, porém que com um pouco mais de pesquisa talvez pudesse ir mais longe. Alguns comentários nos quesitos anteriores já apontam problemas relacionados a este.

Conjunto Artístico: 9,4
A nota deste quesito é comparativa com outros enredos da noite e leva em consideração o que seria este desfile na avenida: uma  deliciosa brincadeira que alegraria o público em sua passagem, mas sem a grandiosidade de um desfile campeão. Imagino que este é o objetivo da enredista  neste momento. O talento da autora é fantástico e na hora que fizer um enredo “de peso”, com um tema rico em possibilidades, abalará o Concurso com sua criatividade e senso de humor.

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Enredo: Imperatriz 1988 –  Conta outra que essa foi boa”

Título: 10,0

Impressão Visual: 9,9

O texto precisa de revisão gramatical.
Introdução: 9,0

O texto é uma releitura e o autor deveria escrever uma introdução deste seu enredo, não copiar simplesmente o texto dos carnavalescos da Imperatriz Leopoldinense.
Sinopse: 9,0
Cópia da sinopse da Imperatriz.
Roteiro: 9,0

Setor 1:  Falta carnavalização da CF, descrição de alas e alegorias. As imagens são referências, mas não bastam (-0,3). O problema se repete nos Setores 2 e 3 (-0,2). A ala de passistas “Iemanjá” e uma ala de “pescadores” não tem qualquer relação com o enredo (-0,2).
Embora não apresente divisão de setores, considerei que a partir do AA, cada carro alegórico encerra um setor e o Setor 4 tem somente uma ala e um carro alegórico (0,2). O texto precisa de revisão gramatical (-0,1).

Exploração Temática: 9,0

O roteiro não tem relação com a sinopse.
Conjunto Artístico: 9,3
Os descontos devem-se aos problemas comentados nos quesitos anteriores, principalmente às divergências entre Sinopse e Roteiro .


Enredo: ... E o Império Tupiniquim “Bailou”

Título: 10,0

Impressão Visual: 10,0

Introdução: 10,0

Sinopse: 10,0

Roteiro: 10,0

Exploração Temática: 10,0

Conjunto Artístico: 10,0

O autor nos presenteia com uma obra prima. O enredo é espetacular em todos os aspectos: apresentação gráfica, tema, texto e desenvolvimento com todas as qualidades para um desfile deslumbrante, luxuoso, interessante, grandioso... 
Abordando um episódio curioso da História, tendo como base o romance de Josué Montello, o enredo é tão bem escrito e apresenta fantasias e alegorias tão belas, criativas e adequadas à narração, em alas e alegorias com conteúdos selecionados com tanto talento e uma riqueza tão grande de detalhes, bom gosto e beleza que nos coloca na avenida vendo passar o Baile da Ilha Fiscal em todo seu esplendor, sem esquecer fatos insólitos ou anedóticos ligados ao evento com a dose certa de ironia e bom humor.
Perfeito. Um enredo histórico clássico apresentado com brilhantismo para um desfile campeão. PARABÉNS!
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