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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Enredo 1041: ZÉ KÉTI: Eu Sou o Samba... A voz do morro

FICHA TÉCNICA
Enredo
 


Enredo
ZÉ KÉTI : EU SOU O SAMBA... A VOZ DO MORRO
Carnavalesco
Rênio Ramos
Autor do Enredo
Rênio Ramos
O autor da Sinopse do Enredo
Rênio Ramos
Elaborador do Roteiro do Desfile
Rênio Ramos


LOGO DO ENREDO




ZÉ KÉTI: Eu Sou o Samba... A voz do morro

“Ser cidadão do samba do maior carnaval
do mundo já é um privilégio...”.
 Kéti

O G.R.E.S.V. Acadêmicos do Encantado tem a honra de cantar na avenida em seu carnaval de 2016 a trajetória musical e artística de José Flores de Jesus ou como popularmente  conhecido “Zé Kéti”.

Este cantor e compositor, irá emprestar a sua história para que possamos cantar como em um grande concerto suas canções em poesia, fruto da inspiração de um expoente no cenário da musica popular brasileira e exaltar a sua história musical deste arauto do samba.

Iremos celebrar na avenida  95 anos de Samba, uma trajetória musical única, repleta de celebres canções que imortalizaram este Cidadão do Samba...do asfalto se fez a Voz do Morro, com toda simplicidade construiu o berço de inspiração político-social...

As saudades lentamente se faz presente e os compassos de um samba enfezado traz na memória a voz do morro em um idioma único no clã da batucada, o nosso Zé Quietinho compõe este enredo, que nos envolve de entusiasmo e felicidade.

Para que assim, como num ‘sonho de qualquer sambista até os copos e garrafas batem palmas, para o samba deste’,  que sempre será lembrado por sua fidalguia, o nosso eterno Poeta-Cidadão...ZÉ KÉTI.


SINOPSE

A alvorada anuncia
‘Oh! Quanta alegria...’
Do morro sambistas, mulatas... cabrochas
Malandros e Vedetes entoam o cântico em oração, o samba em procissão
Em louvação a chegada do mais ilustre sambista
O astro rei, hoje como fulgurante, reluz no céu ao “pé” do Morro
Resultando no asfalto doces melodias
De uma flauta encantada
Inspiração para as suaves notas de um piano velho
Nasce assim, José Flores de Jesus
No subúrbio carioca,
Num ambiente festeiro, de música, dança e grandes Saraus
Palco de animadas reuniões de grandes bambas .
O menino tímido e quieto, se deixou levar
Pelo som do dedilhar de um cavaquinho
Legado de seu pai.
Foi espinhando o samba em Osvaldo Cruz
Que o menino Zé quietinho
Chegou a Mangueira, conheceu Carlos Cachaça
Mais foi na Portela que a arte de Compor aflorou
E a paixão aconteceu...
Compunha na surdina, em segredo
Nas rodas da Boêmia, no Café Nice
Suas composições veio a mesa
“SE O FEIO DOESSE” foi a sua primeira Marchinha
Após um período afastado do samba
Integra ao grupo de compositores da Portela.
Ali compõe seu primeiro samba para o carnaval de 1946
“VIVO BEM”,  no mesmo ano o “TIO SAM NO SAMBA”
Mais seu primeiro sucesso veio na voz Linda Batista
No samba “AMOR PASSAGEIRO”
E na voz de Jamelão em “LEVIANA”
Na União de Vaz Lobo compõe a sua obra mais conhecida e difundida
Entre as suas canções, o samba “A VOZ DO MORRO”
Virou trilha sonora nas mãos do cineasta Nelson Pereira
Num Rio 40 Graus
No Rio Zona Norte, foi à inspiração
Seu retorno a Portela, não poderia dá noutra
A formação de um grupo de sambistas
Que juntamente com Elton Medeiros,
Nelson Sargento, Paulinho da Viola, Anescar do Salgueiro,
Jair do Cavaquinho, Zé Cruz e Oscar Bigode,
Surge o grupo A Voz do Morro.
Sem muito sucesso na época.
No Show-Teatro Opinião foi o “favelado”.
Uma mistura de teatro e música,
Colocava os cariocas na vanguarda de um movimento cultural,
De resistência, dos intelectuais refletindo sobre os problemas do povo.
Nesta atmosfera lança os sambas
“OPINIÃO”, “DIZ QUE FUI POR AÍ” e “ACENDER AS VELAS”.
Ficando assim, conhecido como o Poeta-Cidadão
Atento ao seu povo e ao seu tempo
Este poeta mostrou-se um verdadeiro cronista.
Viu de cima do morro, problemas do Rio e do Brasil
Passando então a registrar em seu canto.
Mesmo sem ter nascido nele, nem se quer ter morado no Morro,
Mais por ele caminhou...e se inspirou
Passou a compreender aquele universo tido como marginalizado
Hoje os problemas são outros.
No samba “OS TEMPOS MUDARAM”
Denuncia a criminalidade.
Canta a miséria, a desigualdade, a marginalidade e omissão política.
Em “MASCARÁ NEGRA” teve a sua maior tribulação
E um de seus maiores êxitos musicais.
Foi eleito “Cidadão do Samba”.
Nos anos 70 e 80 período de transformações
Afastando-se da música
Em São Paulo
Passou por turbulências de saúde
Que o deixou “fora do ar”
O tempo passou e o fez
Repensar na vida e em sua “paixão”
Retorna ao Rio de Janeiro nos anos 90.
Com a missão de reconstruir sua carreira
Viu no retorno ao Show de Opinião a oportunidade,
E foi nele que recebeu a medalha “Pedro Ernesto”.
Em 1996 lança o CD Zé Kéti 75 anos de samba
Com participação de inúmeros sambistas.
Ao completar 60 anos de carreira, foi homenageado
Na casa do Noca com um grande show
Com sua obra zeketiana,
Recebendo da Portela nesta ocasião um
Troféu de reconhecimento pelo seu trabalho.
Ganhou também, o Prêmio Shell de Música
Por ter contribuído significativamente para a MPB.
Entre os sambistas ainda hoje ronda,
A famosa a história da prótese que ele teria implantado
Para manter a sua virilidade.
Se é verdade ou não, este segredo levou consigo.
Com as mortes de sua ex-esposa
E de seu grande amigo Carlos Cachaça, entra em profunda depressão.
Morre vítima de falência múltipla de órgãos, em  novembro de 1999.
Seu corpo fora coberto com o manto azul e branca
De sua escola de samba, Portela.
Seu cortejo se deu ao som de “A voz do Morro”.
Porque ele era, e é, O SAMBA.
E aqui, ao passo de seus 95 anos de Samba
Como arautos suas composições,
Vão de boteco em boteco,
De esquinas e terreiros embriagando as mazelas da vida
Num sopro repleto de poesia
Segue driblando as dores do coração e socorrendo os
Oprimidos e destemidos homens...
Sendo a Eterna VOZ DO MORRO.



Pesquisa e Desenvolvimento Rênio Ramos




 

ROTEIRO DO DESFILE


ACOMPANHE O DESFILE

COMISSÃO DE FRENTE - O olhar crítico social de Zé Kéti – A VOZ DO MORRO

COREÓGRAFO – Vitor Marcos

Usando a realidade do cotidiano da vida dos moradores do Morro, Zé Kéti se inspira e passa compor canções com temáticas políticas sociais, como forma de protesto e desabafo contra o descaso dos mandantes do Estado do Rio de Janeiro, bem como, os do país com os povos menos favorecidos que vivem a margem da sociedade e em áreas periféricas.

SETOR i  O morro festeja o Nascimento de um SAMBISTA

Quando nasce um Sambista, o Morro festeja... os bares se enchem, as garrafas cantam, como anjos do morro fazem uma oração um samba exaltação.
 Vedetes, malandros, negras e mulatas descem as ladeiras e vielas dos becos dos casebres para prestar as homenagens aos deuses do SAMBA.

I Mestre - Sala e Porta Bandeira

Acender as Velas  o primeiro casal de Mestre Sala e Porta Bandeira, representará uma  das principais e importante obra deste artista – ‘Acender as Velas, não é um samba qualquer, e sim, uma violenta crítica a Ditadura, porém disfarçada. Esta música nos mostra através da “Voz do Povo”, nome apelidado pelo próprio Zé Kéti, os problemas passados pelas camadas sociais mais baixas naquela época, tais  como: a falta de luz, (tendo que acender uma vela), as mortes que acontecem o tempo inteiro pois não tem como os médicos subirem no morro, já que lá não existe automóvel. Nem telefone tem para chamar o médico. Enfim, a música retrata todas as condições precárias que a favela vive!.’

Ala 01 – Doces Melodias

CARRO 01 – ABRE-ALAS : BERÇO SUBURBANO

A primeira alegoria da escola é a síntese do enredo... é o próprio morro, recanto de poesia, história e cultura... é o berço de bambas é a nascente do Samba.
Lugar  que inspirou o nosso artista, ele que trouxe o morro para o asfalto, estabelecendo uma ligação entre estes dois universos do mundo carioca.

Setor II – A inspiração ...

Aos quatro anos de idade o menino José Flores foi morar com o seu avó em Bangu, o flautista e Pianista João Dionisio, este que costumava promover reuniões musicais em sua casa, com a presença de grandes nomes da música popular brasileira como: Pixinguinha, Candido (Indio), entre outros. Surgindo ai, a grande inspiração da música na vida do Menino zé.


 Ala 02 – Ao som do Cavaquinho

 A musica sempre esteve presente na Vida do menino ‘Zé quietinho’... Foi das melodias tiradas do cavaquinho do Senhor Josué Vale da Cruz e das cantorias de seu Avo. O primeiro acorde aprendido de sua trajetória musical e é o que representa esta primeira fantasia.

 Ala 03 – O Samba de Oswaldo Cruz

Foi em Oswaldo Cruz, reduto de bambas que primeiro despertou no menino o interesse pelo samba, por compor samba, por cantar o morro e suas mazelas. A fantasia representa Oswaldo Cruz do Samba.

 Ala 04 – Amigo “Cachaça”

Entre tantos amigos deste gênio do samba, Carlos Cachaça foi o seu grande amigo e incentivador na carreira deste artista, com ele fez parcerias com ele viveu historias de samba.

 Ala 05 – Paixão Azul e Branco

Portela, sua grande paixão...sua segunda casa, o manto azul e branco da águia guerreira fisgou o coração. Foi na Portela e dela que surgiu grandes canções, que inspirou grandes sambas. È o que representa esta fantasia – o amor pela águia.

 Ala 06 – Roda de Boêmios

A juventude suburbana, a boemia carioca, fez surgir grandes Rodas de Sambas, de boemia... encontro estes que surgia grandes parcerias e grandes canções..a sexta fantasia representa este cenário da noite, da Boemia...das rodas de Samba.

I Destaque de Chão:  Renan Freetile
Fantasia: A poesia do samba

CARRO 02   CAFÉ NICE
Local importante na historia dos grandes bambas, e na cultura do Rio de Janeiro. Inaugurada dias depois do surgimento da primeira escola de samba e por suas mesas passaram alguns de seus criadores, entre eles Ismael Silva, Bide e Marçal. Local de encontro de grandes bambas como Noel Rosa, Ary Barroso, Cartola, dentre tantos.  Foi nele também que surgiram grandes Sambas e canções de nosso Artista Zé.
Nossa Segunda Alegria retrará este universo gostoso da aconchegante o BAR CAFÉ.

Setor III – Trajetória Musical

A trajetória musical do Zé Keti se confunde com a própria trajetória  do samba. Inicialmente marginalizado, o seu ritmo se constitui hoje, na representação mais fiel da maneira de ver, sentir e de se expressar do povo. Agitada, diversificada e surpreendente trajetória do artista fizeram a ligação do samba de morro e das escolas de samba com a zona Sul, chamando a atenção de intelectuais e artistas. Esta rica trajetória será representada neste terceiro setor.

 Ala 07 – “Se o feio doesse”
Sua primeira Machinha, que não chegou a ser gravado:
“Se o feio doesse
Eu gemia e tu choravas de dor
Noite e dia
Ó feio, ó feio
O vento da feiúra de apanhou em cheio (...)’
 A sétima fantasia representa esta canção – de forma leve e critica mostrará o FEIO.

 Ala 08 – “Vivo Bem”
Em 1946 surgiu este samba que foi primeiro a ser gravado, sem muito sucesso:
“Juro que sou feliz com meu amor
Essa união eu agradeço a Nosso Senhor
Eu agorvivo muito bem
E sem ela nunca fui ninguém (...)”

Representaremos de forma leve e irreverente o Viver Bem no olhar de Zé keti.

 Ala 09 – “Tio Sam do Samba”
 Samba da parceria com Felisberto Martins, esta canção se destacou mias que a anterior e foi gravado pelo grupo Vocalistas Tropicais:

“Tenho que ensinar o português do Tio Sam
Pois brasileiro ele diz que é brazilian
Ele não quer falar a nossa língua misturada
Num samba fox-embolada
Que maçada!
Em hollywood deixara seu raque e cartola
E vem diretamente ao Rio para a minha escola (...)”
Fantasia estilo gringo irreverente e criativa no espirito da canção.

 Ala 10 – “Amor Passageiro”
Em 1952 Linda Batista gravou Amor Passageiro, sucesso no carnaval deste ano:
“Esse amor passageiro
Só recordação ne traz.
Vai meu  samba, vai meu companheiro!
Vai dizer ao meu amor
Que não suporto mais!”

Fantasia leve e forte como o amor passageiro.

 Ala 11 – “Leviana”

Lançada como samba de terreiro na Portela, Leviana foi um grande sucesso na voz de Jamelão.
“O azar é seu
Em vim me procurar
Me abandona, me deixa
Não quero mais ver
A luz do seu olhar
Você manchou o lar que era feliz agora quer voltar
Leviana,”

A dor da rejeição, do abandono será a grande representação desta fantasia.

CARRO 03   TRILHA SONORA DO SAMBA

A terceira alegoria da escola representa toda a diversidade critica da trajetória musical deste artista. Veremos a favela, a malandragem e seus amores. Um grande caldeirão da Boemia.

Setor IV – na descida do morro - rio 40 gruas

 Keti que por diversas vezes foi acusado de plagiador. E foi uma dessas desavenças sobre a autoria de suas canções que se afastou da Portela, e fez chegar magoado na escola de samba União de Vaz Lobo, não fica muito tempo mais consagra com um de seus maiores sucessos – A VOZ DO MORRO.

“Eu sou o Samba
A voz do Morro sou eu mesmo
Eu sou o rei dos Terreiros
Eu sou o samba
Sou natural daqui
Do Rio de Janeiro
Sou eu quem leva
A alegria
Para milhões
De corações brasileiros (...)”

Curiosamente este sucesso chega primeiramente aos ouvidos dos brasileiros não pela indústria fonográfica e sim pela cinematográfica. E é o que representa este setor- o grande sucesso do filme RIO 40 GRAUS.

 Ala 12 – Trilha Sonora

A voz do Morro faz a abertura e o encerramento do filme. A quem diga que o Rio 40 Graus foi a grande oportunidade de Zé keti, que depois do filme teve sua carreira artística embalada graças ao grande sucesso da Trilha Sonora.
A fantasia representa o SAMBA.

 Ala 13 – Rio 40 Graus

Com Roteiro e Direção de Nelson Pereira é considerada a obra inspiradora do cinema novo, movimento estético e cultural que pretendia representar a realidade brasileira.
A fantasia representada “garotos de favela” que como muitos descem do morro para aproveitar o sol de domingo e do dia a dia para vender no asfalto suas produtos.

 Ala 14 – Zona Norte
Outro filme do diretor Nelson Pereira, que introduziu canções do poeta Zé quietinho como “Malvadeza Durão”. Muitos dizem que a inspiração é o próprio Zé Keti, e sua trajetória.
A fantasia representa um sambista carioca, com suas agruras da vida – um típico brasileiro.

 Ala 15 (PASSISTAS) –  Tempos Modernos

O grito por justiça, a voz por igualdade retrata pela canção “Tempos Modernos”, a qual Denuncia a criminalidade, canta a miséria, a desigualdade, a marginalidade e omissão política. Os nossos passistas vem com toda atitude e com voz clamando igualdade, justiça e oportunidade.


 Ala 16 (BATERIA) – EU SOU O SAMBA

A bateria vem vestida do grande sucesso de ontem e de hoje, porque a bateria é o próprio samba, e é alma de uma escola de Samba.

CARRO 04  CANÇÃO DE CINEMA

 Na quarta alegoria, a representação cênica e plástica do Filme RIO 40 Graus, exploramos dois ambientes a favela e o asfalto ( a praia de COPACABANA), carregado de critica da desigualdade e de oportunidade social.

Setor V –  PARCERIAS

Ao longo de sua vida foi conquistando amigos, fazendo parcerias e realizando novos projetos.
Este setor representará algumas dessas parcerias que ajudaram a divulgar este artista.

Ala 17 –  Retorno do ‘ Prodigo’ Ninho

O ressentimento, com o tempo suavizou e amor pela portela e o carinho por muitos amigos da Azul e branco de Madureira fez o Zé Keti voltar a sua amada escola Portela.
A Fantasia representa o retorno do ‘filho prodigo’ do samba.

Ala 18 – Laço de Amizade

Contou com os amigos Nescarzinho do salgueiro,Jair do cavaco, Oscar Bigode, Elton Medeiros e Paulinho da Viola para forma o grupo  de Samba – A VOZ DO MORRO.
A fantasia representará a união do samba.

Ala 19- “Mascará  Negra”

Gravado em 1967, em parceria com Hildeberto Pereira, sucesso cantado até hoje nos carnavais, canção que levou Zé Keti aos tribunais para provar sua autoria.
“Tanto riso, oh quanta alegria
Mais de mil palhaços no salão
Arlequim está chorando pelo amor da Colombina
No meio da multidão (...)”

Num bela fantasia negra mascarada relembrando os velhos carnavais de Nice.

Ala 20 – “O Favelado”

Assim como todo artista, era dotado de muitos talentos, foi ator, cantor e compositor no programa “Show de Opinião” nele interpretou um dos personagens que tanto inspirou o FAVELADO. E é ele a nossa representação nesta fantasia.


CASSAL DE MESTRE SALA E PORTA BANDEIRA III
FANTASIA : Teatro e Música
Representando aqui a união das artes milenares, o Teatro e a música.
O Mestre Sala representa a Música que encanta e corteja sua Dama. A Porta Bandeira vem de Teatro, a arte da interpretação.
CARRO 05  “SHOW-TEATRO OPNIÃO”

A quinta Alegoria representará este grande espetáculo musical  que por muito anos foi um grande sucesso, teve como elenco Nara Leão, depois substituída por Maria Bethania, João do Vale e Zé Keti. Sendo assim, a alegoria será um grande Musical Teatral, faremos uma grande Arena.

Setor VI –  O reconhecimento

‘Zé Kéti um dos maiores sambistas cariocas de todos os tempos, ao longo de seus 60 anos de carreira foram mais de 200 composições, inúmeros prêmios, discos e homenagens recebidas, além da admiração dos melhores interpretes da música popular deste país. Ele foi um dos principais responsáveis pela divulgação do samba.’
Ala 21 – Honrosa Medalha
O teatro opinião ao completar 30 anos homenageou Zé Kéti com a medalha  Pedro Ernesto pelo reconhecimento pelo seu talento e contribuição.
Será representada pela 21 ala.
Ala 22 – 75 anos de Samba
Ao completar 75 anos, lança o seu último CD, com a participação de muitos amigos do samba. A fantasia representa a síntese deste artista em seus 75 anos.
Ala 23 – Um show de SAMBA
Foi no terreiro da Portela na Casa do Noca que recebeu uma linda e justa homenagem de amigos da águia, o seu local e berço de tanta inspiração.
A fantasia remete a Portela.
Ala 24 – O reconhecimento- Shell
Em 1998 recebe o mais importante prêmio de reconhecimento da música  o 18 Prêmio Shell. Neste ano também  sofre o seu segundo derrame.
A fantasia SHELL, será a representação deste momento tão especial para este artista.
Ala 25 ( VELHA GUARDA) – Aplausos !
Foram 60 anos de carreia, na roda de samba... sua vida terrena chega ao fim, mais vive eternamente em suas canções. Aplausos! Ao gênio do samba.
A velha guarda vem fazendo a reverencia a este grande artista.

CARRO 06   ZÉ KETI: EU SOU O SAMBA

O Artista se despede, mas as obras ficam, como patrimônio da cultura popular brasileira. Canções que na subida e descida do morro resultaram numa vertente do samba, o samba do morro. E hoje foi exaltado e reconhecido porque ELE é o SAMBA. Está é a nossa representação final, a nossa reverencia ao talento deste grande artista.



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